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Exame toxicológico e remédios para TDAH: risco de falso positivo?
Desde que a notícia da aprovação do Projeto de Lei 3965/21 pela Câmara dos Deputados, que amplia a obrigatoriedade do exame toxicológico para todas as categorias da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), inclusive A e B, surgiram diversos questionamentos sobre os impactos dessa medida. Antes, vale esclarecer que o texto ainda precisa da sanção presidencial para começar a valer, ou seja, ainda não está em vigor. Entre os grupos mais preocupados estão os candidatos que fazem tratamento para TDAH com medicamentos de base anfetamínica. A dúvida é pertinente: esses remédios podem causar resultado falso positivo em exame toxicológico?
De acordo com Dr. Alysson Coimbra, médico do Tráfego e diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), a resposta é sim, existe essa possibilidade de falso positivo no toxicológico — especialmente se o paciente estiver utilizando substâncias como Venvanse, Concerta ou Ritalina.
“Esses medicamentos têm base farmacológica semelhante a substâncias que o exame toxicológico é projetado para detectar, como as anfetaminas. Por isso, mesmo que estejam sendo usados de forma legal e sob prescrição médica, podem gerar o que chamamos de ‘falso positivo’”, explica.
O que é detectado no exame toxicológico?O exame toxicológico de larga janela de detecção é capaz de identificar, em média, o uso de substâncias psicoativas nos últimos 90 dias, a partir de uma amostra de cabelo, pelos ou unhas. A metodologia é eficaz para identificar o uso abusivo de drogas como cocaína, maconha, ecstasy, opiáceos e anfetaminas.
No caso dos medicamentos para TDAH, embora não se trate de uso ilícito, a presença de metabólitos anfetamínicos pode ser confundida com o consumo de drogas proibidas, caso não haja a devida contextualização médica.
Como proceder para evitar problemas no exame toxicológico?Dr. Alysson orienta que os candidatos em tratamento para TDAH devem se antecipar à coleta do exame.
“É fundamental apresentar um relatório médico completo, com diagnóstico formal, nome da substância utilizada, posologia e o tempo de tratamento. Esse documento deve acompanhar o processo desde o momento da coleta, para que o laboratório já tenha ciência da condição clínica do candidato”, detalha.
Essa prática não apenas reduz a chance de o exame ser interpretado erroneamente, como também evita desgastes futuros com necessidade de contraprova ou defesa administrativa.
Além disso, é importante destacar que o exame toxicológico não detecta apenas a presença de substâncias, mas seu padrão de uso. Ou seja, é possível fazer a diferenciação entre uso terapêutico e uso abusivo, desde que haja respaldo médico e acompanhamento adequado.
Informação e preparo: a chave para a tranquilidadeCom o avanço das mudanças legislativas no trânsito, cresce a necessidade de orientação qualificada para os cidadãos. Dr. Alysson Coimbra reforça que o objetivo dos exames toxicológicos é garantir a segurança viária, não penalizar injustamente quem utiliza medicamentos de uso controlado e autorizado.
Fique atentoSe você ou alguém que conhece faz uso de medicamentos para TDAH e está prestes a realizar o exame toxicológico, siga essas orientações:
- Consulte seu médico antes de marcar o exame;
- Solicite um relatório médico detalhado, incluindo diagnóstico, dose e nome do princípio ativo;
- Leve o relatório ao laboratório no momento da coleta;
- Caso o resultado seja positivo, solicite a contraprova e apresente o laudo médico à autoridade de trânsito;
- Não suspenda o tratamento sem orientação médica, mesmo diante da exigência do exame.
A provável nova exigência do exame toxicológico para categorias A e B já vem acompanhada de muita polêmica. Enquanto parte dos especialistas considera a proposta tecnicamente frágil e de pouco impacto prático, outros defendem o exame como uma importante política pública de prevenção, especialmente diante do aumento do uso recreativo de substâncias psicoativas. Se quiser saber mais sobre o assunto, clique aqui.
Novamente, é preciso repetir que o texto ainda precisa da sanção presidencial para começar a valer, ou seja, ainda não está em vigor.
Veja também Fiscalização e Legislação Exame toxicológico na primeira habilitação: especialistas divergem sobre eficácia da medida Carteira de Habilitação (CNH) Detran especifica quais os procedimentos e as exigências para a renovação da CNH Projetos de Lei Exame toxicológico pode passar a ser exigido na 1ª habilitação para categorias A e B; proposta vai à sançãoThe post Exame toxicológico e remédios para TDAH: risco de falso positivo? appeared first on Portal do Trânsito, Mobilidade & Sustentabilidade.
Feriado não teve morte nas rodovias da Eixo SP
A Eixo SP não registrou mortes nas 12 rodovias administradas pela Concessionária, neste feriado prolongado de Corpus Christi. A Operação acabou na manhã desta segunda-feira (23) sem nenhum acidente fatal no balanço. No feriado do ano passado, houve o registro de cinco mortes. Houve queda também no número de feridos. Em 2024, foram 36 pessoas feridas em acidentes. Neste ano, foram 19. Uma redução de 47%.
A coordenadora de Segurança Viária da Eixo SP, Viviane Riveli de Carvalho, destaca a importância do resultado. Segundo ela, todo o trabalho preventivo realizado pela Concessionária em parceria com a Polícia Militar Rodoviária visa justamente reduzir ao máximo o número de acidentes e, consequentemente, evitar que mortes ocorram nas rodovias.
A ausência de vítimas fatais no balanço da Operação, segundo ela, é um indicativo de que o trabalho está no caminho certo.
DadosDurante a Operação Corpus Christi, que teve início na quarta-feira e seguiu até a manhã desta segunda, equipes da Eixo SP atenderam 1.173 chamados dos usuários em todo o trecho de 1.221 km da concessão. Entre os serviços mais requisitados estão o socorro mecânico, com 429 atendimentos; inspeção de tráfego, com 345 solicitações; serviço de guincho, com 287 deslocamentos; e o atendimento pré-hospitalar, com 100 ocorrências.
Cerca de 1,1 milhão de veículos circularam pelas rodovias administradas pela Concessionária no período. O volume ficou dentro do esperado para este feriado.
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Representante especial da ONU visita Brasil para promover campanha global por mais segurança no trânsito
O Brasil está entre os protagonistas de uma nova mobilização global em favor da segurança viária. Nesta semana, o enviado especial do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Segurança no Trânsito, Jean Todt, desembarca no país para impulsionar a campanha mundial #MakeASafetyStatement — traduzida como “Faça da Segurança uma Marca”.
A ação é parte de uma missão oficial pela América Latina, com eventos programados também no México, Guatemala, Panamá e Colômbia. O objetivo é claro: chamar atenção para o alto número de mortes no trânsito e incentivar ações efetivas que garantam mais segurança nas ruas e estradas do continente.
Um problema que ultrapassa fronteirasDe acordo com dados da ONU, cerca de 1,19 milhão de pessoas morrem anualmente em acidentes de trânsito em todo o mundo. Esse número impressionante equivale, por exemplo, à população total de uma cidade como Campinas (SP). Só nas Américas, foram mais de 145 mil vidas perdidas em 2021, representando 12% das mortes globais no trânsito naquele ano.
A situação é particularmente grave na América Latina, onde a taxa média de mortalidade no trânsito é de 15,7 por 100 mil habitantes. Os mais vulneráveis são os pedestres, ciclistas e motociclistas — que juntos correspondem a 61% das vítimas fatais nas vias da região.
Campanha foca em ações concretas e urgentesDurante sua visita, Jean Todt se reunirá com representantes de governos, setor privado, organismos internacionais e sociedade civil. A mensagem central da campanha é a urgência de implementar políticas públicas eficazes e sustentáveis de segurança no trânsito.
Conforme Todt, a elevada mortalidade nas vias não é fruto do acaso, e sim da ausência de medidas básicas de prevenção.
“É uma loucura perdermos mais de um milhão de vidas por ano por algo que sabemos como evitar. Isso precisa acabar”, diz.
Além da perda irreparável de vidas, os sinistros de trânsito impõem um custo econômico altíssimo: segundo estimativas da ONU, eles representam cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) global. No contexto das Américas, esse impacto varia entre 3% e 6% do PIB, conforme dados do Banco Mundial.
Desafios e oportunidades no BrasilNo Brasil, iniciativas como o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) e diversas leis de trânsito buscam reverter o cenário preocupante. Entre as medidas já previstas estão:
- Obrigatoriedade do uso de capacete para motociclistas;
- Sistemas de retenção adequados para crianças;
- Limitação da velocidade em vias urbanas e rodovias;
- Combate à direção sob influência de álcool e drogas;
- Proibição do uso do celular ao volante.
No entanto, ainda há lacunas importantes, especialmente quanto à fiscalização da velocidade e ao uso do cinto de segurança no banco traseiro, que continuam sendo negligenciados por muitos condutores e passageiros.
Um relatório da Bloomberg Philanthropies revelou que mais de 25 mil vidas poderiam ser salvas e cerca de 170 mil ferimentos graves evitados até 2030 se as normas de trânsito fossem efetivamente aplicadas em países-chave da região — incluindo o Brasil.
Replanejar a mobilidade é essencialDe acordo com a ONU, repensar a mobilidade urbana é um passo indispensável para o desenvolvimento sustentável nas cidades latino-americanas, uma das regiões mais urbanizadas do mundo.
Entre as soluções apontadas estão:
- Reforço na fiscalização e aplicação das leis de trânsito;
- Educação para o trânsito, desde a infância;
- Melhoria na infraestrutura viária, incluindo sinalização, iluminação e pavimentação;
- Investimento em transporte público de qualidade;
- Ampliação de ciclovias e calçadas acessíveis, especialmente ao redor de escolas;
- Aprimoramento no atendimento pós-acidente, com socorro rápido e eficiente.
A mobilização promovida por Jean Todt enfatiza que nenhuma política de segurança viária será eficaz sem o engajamento das lideranças políticas e a alocação adequada de recursos. É preciso transformar o discurso em ação, com metas claras, financiamento robusto e participação ativa da sociedade.
Com essa campanha, a ONU busca fortalecer o compromisso global com a Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2021-2030), cuja meta é reduzir pela metade o número de mortes e lesões no trânsito até o fim da década.
O Brasil, ao receber o enviado especial da ONU, tem a chance de renovar seu protagonismo nesse tema urgente e de interesse coletivo. A segurança viária não pode mais esperar.
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Sensacionalismo com placas de trânsito estrangeiras causa desinformação e ameaça segurança no Brasil
Nos últimos meses, tem se tornado cada vez mais comum a circulação de matérias com títulos alarmistas sobre supostas “novas placas de trânsito” que estariam entrando em vigor no Brasil. Muitas vezes, essas reportagens utilizam imagens de sinalizações adotadas em outros países — como França, Itália, Argentina ou Chile —, mas que não fazem parte do sistema de sinalização viária brasileiro. Embora o conteúdo do texto, em alguns casos, esclareça que a sinalização não se aplica ao Brasil, o impacto já foi causado: muitos leitores não passam do título e acabam propagando desinformação.
O exemplo mais recente envolve uma placa azul com um losango branco ao centro, que tem sido apresentada por sites e perfis em redes sociais como se fosse uma nova exigência do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O problema? A sinalização em questão é usada na França, onde indica via prioritária, e sequer faz parte do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito. No entanto, isso não impediu que milhares de pessoas compartilhassem o conteúdo acreditando que a regra havia mudado por aqui.
O perigo dos “títulos caça-cliques”A estratégia usada por muitos portais digitais é conhecida no meio jornalístico como “clickbait”, ou isca de cliques. O objetivo é chamar a atenção do leitor com um título sensacionalista ou ambíguo, mesmo que o conteúdo não corresponda à expectativa criada. No caso das sinalizações de trânsito, o efeito colateral vai além da frustração com a leitura: a prática compromete a formação de condutores, confunde profissionais da área e até pode gerar comportamentos de risco nas vias.
“Quando um motorista vê um conteúdo afirmando que uma nova placa será implantada no Brasil, ele tende a acreditar. Ou seja, especialmente se a notícia estiver sendo replicada por grandes páginas ou perfis de credibilidade questionável”, alerta o especialista em trânsito Celso Mariano, diretor do Portal do Trânsito.
“O grande problema é que a sinalização é um dos pilares da segurança viária. Confundir o motorista sobre o que é ou não válido pode ter consequências graves”, explica.
Casos recorrentes de placas internacionaisNão é a primeira vez que esse tipo de conteúdo viraliza. Além da placa azul com losango branco, já houve a utilização de outras sinalizações estrangeiras de forma sensacionalista em matérias no Brasil. Um exemplo foi a placa com círculo vermelho e fundo branco — bastante comum na Europa para restringir acesso a determinadas áreas urbanas — que apresentaram erroneamente como uma nova proibição válida nas vias brasileiras.
Outro caso envolveu uma placa usada na Argentina com o símbolo de “proibido estacionar”, confundida com sinalizações brasileiras e divulgada em redes sociais como se estivesse sendo adotada em território nacional. Em todos esses episódios, o elemento em comum é a falta de apuração. Além disso, o uso de um título chamativo que não corresponde à realidade normativa brasileira.
O que diz o CTB e o Contran sobre placas de trânsito?A sinalização de trânsito no Brasil é regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que publica resoluções bem como manuais específicos sobre o tema. O conjunto de placas, símbolos e orientações visuais segue uma padronização rigorosa, com códigos próprios (como R-1 para “Parada Obrigatória” ou R-3 para “Proibido virar à esquerda”). Todos estão em normativas oficiais.
Como evitar se enganar por fake news de trânsito?Diante desse cenário, é essencial que os condutores — e especialmente os candidatos à habilitação — fiquem atentos à origem da informação. Algumas dicas importantes incluem:
- Verifique se a matéria cita fontes oficiais, como o Contran, Senatran ou Detrans;
- Confira se há referências ao Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito;
- Suspeite de títulos exageradamente alarmistas ou vagos;
- Priorize portais especializados e com credibilidade na área de mobilidade e segurança viária.
Além disso, é importante lembrar que canais oficiais dos órgãos de trânsito brasileiros sempre divulgam de forma ampla qualquer alteração nas normas de trânsito. Se uma “nova placa” realmente estivesse em vigor, haveria campanhas educativas assim como comunicados oficiais.
Informação correta é pilar da segurança no trânsitoDe acordo com o especialista, o trânsito é um ambiente que exige atenção, clareza e previsibilidade. A circulação de conteúdos mal formulados e sensacionalistas mina a confiança dos condutores nas regras vigentes e fragiliza a educação para o trânsito. E isso, justamente num momento em que o Brasil precisa fortalecer as políticas de prevenção a sinistros.
“Cada conteúdo equivocado que viraliza é um passo para trás na construção de um trânsito mais seguro. Precisamos de mais responsabilidade por parte de quem produz informação e mais senso crítico por parte de quem consome”, conclui Celso Mariano.
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5 tendências tecnológicas que vão transformar o transporte
A forma como nos deslocamos pelas cidades e entre regiões está a passar por uma revolução silenciosa. Com os avanços tecnológicos a ganharem espaço em todos os setores, o transporte — tanto de pessoas quanto de mercadorias — está no centro de inovações que prometem mais eficiência, segurança, sustentabilidade e integração digital. Das ruas urbanas às estradas logísticas, a mobilidade está deixando de ser apenas uma questão de infraestrutura física e tornando-se um ecossistema inteligente e conectado.
Essas transformações não são apenas técnicas: refletem também mudanças comportamentais, exigências ambientais e pressões econômicas. O consumidor atual quer soluções mais rápidas, baratas e ecológicas. As cidades, por sua vez, enfrentam o desafio de reduzir o trânsito, cortar emissões e oferecer acessibilidade a todos os cidadãos. É nesse cenário que as novas tecnologias surgem como aliadas estratégicas.
Além disso, a digitalização financeira também impacta o setor de transporte. Soluções baseadas em blockchain e tokens como o bnb começam a ser testadas como alternativas para pagamentos, rastreio de ativos e gestão de dados logísticos. A descentralização da informação e dos recursos abre espaço para modelos mais eficientes e menos dependentes de intermediários.
Mobilidade inteligente em ritmo acelerado 1. Veículos elétricos e autônomosA eletrificação dos veículos já é uma realidade crescente. Carros, motos, autocarros e até caminhões movidos a energia elétrica vêm ganhando espaço nas ruas e nas políticas públicas. Os benefícios vão além da sustentabilidade: menor custo de manutenção, menos ruído e maior eficiência energética são pontos-chave.
Paralelamente, os veículos autônomos estão a evoluir rapidamente. Equipados com sensores, câmaras, radares e inteligência artificial, esses meios de transporte prometem revolucionar a segurança viária e a mobilidade urbana. Embora ainda em fase de testes em larga escala, os carros que dirigem sozinhos já circulam em ambientes controlados e devem tornar-se cada vez mais comuns nas próximas décadas.
2. Transportes sob demanda e mobilidade como serviço (MaaS)O modelo tradicional de transporte público e individual está a ser substituído por soluções mais flexíveis e integradas. Aplicativos de carona, aluguer de bicicletas elétricas, patinetes compartilhados e plataformas de mobilidade por assinatura tornaram-se comuns nas grandes cidades.
A tendência é a consolidação da Mobilidade como Serviço (MaaS), um conceito que reúne diferentes modos de transporte num único sistema digital. O usuário pode planejar, reservar e pagar por viagens combinando ônibus, metrô, carona e bicicleta, tudo dentro de um único app. Isso facilita a mobilidade e reduz a necessidade de veículos particulares, contribuindo para cidades mais sustentáveis.
3. Logística automatizada e drones de entregaO comércio eletrônico impulsionou a necessidade de entregas rápidas e eficientes. Para atender essa demanda, empresas estão a investir em logística automatizada, com centros de distribuição robotizados, veículos de entrega autônomos e rotas otimizadas por algoritmos.
Além disso, os drones têm sido testados como solução para entregas de pequeno porte em áreas urbanas, rurais e de difícil acesso. Rápidos, elétricos e com baixo impacto ambiental, os drones podem transformar a última etapa da cadeia logística, reduzindo custos e prazos.
4. Integração de dados e inteligência urbanaOs sistemas de transporte estão cada vez mais conectados entre si e com a infraestrutura urbana. Câmaras de monitoramento, sensores de tráfego, semáforos inteligentes e plataformas de dados em tempo real tornam possível gerir o fluxo de veículos e pessoas com mais precisão.
Essa integração resulta em:
- Redução de congestionamentos
- Melhoria no tempo de espera de transportes públicos
- Aumento da segurança viária
- Melhor planejamento urbano e ambiental
Com a ajuda da inteligência artificial, os dados recolhidos podem antecipar problemas, sugerir rotas alternativas e adaptar a oferta de transporte à procura em tempo real.
5. Pagamentos digitais e sistemas descentralizadosA forma de pagar pelo transporte também está a mudar. Carteiras digitais, pagamentos via QR Code, cartões por aproximação e apps integrados já são comuns em muitas cidades. Mas o próximo passo é a adoção de sistemas descentralizados, com uso de blockchain e criptoativos.
Além de segurança e rastreabilidade, essas tecnologias oferecem menor custo de transação e independência de sistemas bancários tradicionais. Cidades e empresas poderão criar tokens próprios para premiar comportamentos sustentáveis, como andar de bicicleta ou utilizar transportes públicos em horários de menor fluxo.
Nesse contexto, ativos como o bnb ganham espaço como referência prática e funcional, podendo ser utilizados como meio de pagamento, incentivo ou parte da infraestrutura digital de mobilidade.
O futuro da mobilidade é híbrido, digital e sustentávelAs tendências tecnológicas não estão a substituir os modelos tradicionais da noite para o dia. Pelo contrário, elas surgem como camadas complementares que tornam o transporte mais eficiente, acessível e preparado para os desafios das próximas décadas.
Profissionais do setor, gestores públicos e empreendedores precisam estar atentos a essas mudanças. Investir em inovação, infraestrutura inteligente e soluções conectadas será essencial para garantir mobilidade de qualidade e sustentabilidade urbana.
Além disso, o cidadão também tem papel ativo: ao adotar novas formas de transporte e apoiar soluções tecnológicas, contribui para cidades mais humanas, limpas e funcionais.
Inovação que move o mundoO transporte é um reflexo direto da sociedade em que vivemos. E se essa sociedade está cada vez mais digital, consciente e conectada, a mobilidade precisa acompanhar. As tecnologias emergentes estão aí, prontas para transformar a forma como nos movemos e como movimentamos o mundo.
Caberá a cada cidade, empresa e pessoa decidir como integrar essas ferramentas de forma ética, inclusiva e sustentável. Porque no final, o verdadeiro avanço está em usar a inovação para chegar mais longe — com mais consciência e menos impacto.
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Entenda como a integração entre diferentes tipos de transporte pode alavancar o turismo brasileiro
Embora repleto de belezas naturais e de cultura pujante, o Brasil é apenas o 26º país mais competitivo no ranking mundial de viagens, segundo índice do Fórum Econômico Mundial. Dentre as principais causas para esse sucesso parcial, está a pouca conectividade das rotas aéreas com o restante do mundo.
Afinal, a base de todo o turismo é o transporte. É por meio dos principais modais de transporte que os turistas podem vir a visitar os pontos de seu interesse, seja de qual cidade for. E o avanço constante dos modais, seja em termos de tecnologia ou mesmo infraestrutura, é fundamental para que o turismo cresça e se desenvolva.
Para tanto, é preciso que a gestão pública incentive e invista no avanço do transporte, tendo em vista sempre as oportunidade turísticas de cada região. Concomitante a isso, uma maior integração entre os principais modais, como aéreo, rodoviário, ferroviário e fluvial, é primordial e estratégico para aumentar o fluxo de turistas, por meio da facilitação do acesso.
Como resultado de uma maior infraestrutura integrada de modais de transporte, há o avanço do comércio local, beneficiando principalmente pequenos produtores, o desenvolvimento do setor de serviços, principalmente hotelaria, a difusão cultural e o desenvolvimento social e econômico de toda uma região.
Realidade do transporte de turismo hojePesquisa da Offerwise, encomendada pelo Google, aponta que 74% dos brasileiros preferem viajar de ônibus, principalmente em se tratando de destinos nacionais. O modal atende cerca de 6.800 destinos, mais até do que o número de municípios existentes no Brasil. Em comparação, somente 165 municípios possuem aeroportos.
O preço mais acessível, em comparação com o transporte aéreo, é o grande diferencial. Desta forma, o ônibus é a opção mais viável para boa parte da população que não possui poder aquisitivo para viajar de avião. A pesquisa mostra também que 81% das pessoas que viajam de carro pesquisam o preço da passagem de ônibus antes de se decidir.
Porém o turismo não acaba quando o turista chega ao seu destino. Na realidade, é aí que ele começa. Se locomover nas cidades turísticas pode ser um grande desafio quando o destino carece de opções de transporte. Muitas vezes, o turista fica refém de transporte por aplicativos, linhas de ônibus confusas ou mesmo táxis e de andar a pé.
No caso de destinos afastados das principais capitais, isso se torna ainda pior. Não é raro que o turista chegue até determinada capital ou cidade maior por avião e não consiga chegar ao seu destino final por este ser afastado e não possuir muitos meios de transporte que façam essa conexão. Assim, é determinante que haja mais conexões entre modais.
Importância da integração entre modaisAssim, a integração modal entre o transporte aéreo e rodoviário segue sendo um dos tipos mais importantes e que merecem mais atenção em termos de infraestrutura. Terminais que fazem essa conexão, ligando aeroportos com a malha de estradas, principais avenidas e linhas de ônibus, são fundamentais para fomentar o turismo.
Destinos maiores como São Paulo e Rio de Janeiro já avançaram nesse sentido, mas podem ainda mais, como, por exemplo, integrar estações de metrô e trem com o transporte por bicicletas e patinetes elétricos. Muito mais inclusivo e limpo, é uma maneira de incentivar a exploração de tudo que a cidade tem a oferecer para o turista.
Toda essa malha deve estar conectada entre os principais terminais ou pontos de chegada da cidade à região hoteleira e aos principais pontos turísticos. Desta ideia parte o conceito de corredores turísticos. Neles, todos esses pontos se conectam de maneira rica em termos culturais e históricos e também de recursos naturais, estruturando o turismo regional.
O Brasil possui diversos exemplos de corredores turísticos de sucesso. Um corredor turístico deve possuir uma determinada identidade, de modo a trazer um senso de algo único para o visitante. Para tanto, é importante que toda sua paisagem seja preservada, o que inclui os prédios históricos e também as paisagens naturais.
Assim, toda e qualquer ação que vise aumentar ou melhorar a infraestrutura de integração entre os modais deve levar em conta também o impacto ambiental dessas obras. De nada adianta um avanço estrutural que não leve em conta o desenvolvimento sustentável. Afinal, o Brasil possui biomas únicos no mundo, que não podem sofrer com a degradação.
Assim, pacotes de viagens que viabilizam a integração entre modais, como o transporte rodoviário com a bicicleta, por exemplo, fomentam um turismo muito mais sustentável. No mais, a integração do transporte sustentável com os pontos turísticos locais, bem como o aumento da oferta de conectividade entre os destinos, segue sendo um desafio importante a ser vencido.
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PRF reforça orientação sobre Lei do Descanso e segurança dos motoristas profissionais nas estradas
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) tem intensificado ações educativas em rodovias federais com foco nos motoristas profissionais e na Lei do Descanso. A proposta é ampliar o conhecimento sobre a legislação que regula a jornada desses trabalhadores e reforçar a importância do descanso como medida de segurança viária e preservação da saúde física e mental.
Embora muitas vezes negligenciada, a pausa ao volante é um direito garantido por lei e um fator decisivo para reduzir riscos de acidentes graves. A chamada “Lei do Descanso” — Lei nº 13.103, em vigor desde 2015 — estabelece limites para o tempo contínuo de direção, períodos obrigatórios de repouso e outras condições de trabalho que têm como objetivo proteger o condutor e tornar o trânsito mais seguro.
Com base nessa legislação, a PRF tem realizado ações em pontos estratégicos, como postos de combustíveis e áreas de descanso, levando informações e orientações aos motoristas.Agentes dos Grupos de Educação para o Trânsito (Getran) de todo o país vêm desenvolvendo atividades para esclarecer dúvidas e conscientizar sobre a importância de respeitar os próprios limites físicos e mentais ao assumir a direção de um veículo.
Conforme o órgão, mesmo após dez anos da promulgação da lei, muitos motoristas ainda desconhecem ou descumprem suas diretrizes.
A PRF registrou, entre janeiro e maio deste ano, mais de 15,7 mil comandos de fiscalização voltados especificamente ao controle do tempo de direção e descanso obrigatório. O resultado preocupa: houve a autuação de 49,7 mil motoristas por descumprirem as pausas que se exige, sendo que, em muitos casos, constatou-se a condução por períodos muito além do permitido — uma sobrecarga que compromete a capacidade de reação e aumenta o risco de sinistros.
Períodos de descansoDe acordo com a PRF, a legislação determina que, em um período de 24 horas, o motorista profissional deve descansar 11 horas ininterruptas. Além disso, a cada 6 horas de direção, é necessário realizar uma pausa de 30 minutos, que é possível fracionar. O condutor que ultrapassa 5 horas e 30 minutos seguidos ao volante também deve obrigatoriamente parar por 30 minutos antes de continuar.
O descumprimento dessas regras não apenas fere a legislação, como também coloca vidas em risco. As estatísticas reforçam esse alerta: de janeiro a maio deste ano, a PRF atendeu 7.234 ocorrências envolvendo caminhões, que deixaram 7.633 feridos e provocaram 1.100 mortes. Já no caso dos ônibus, houve o registro de 814 acidentes, com 1.492 feridos e 143 mortes. O estado de Minas Gerais, por exemplo, lidera os atendimentos, com 1.355 sinistros envolvendo caminhões e 236 com ônibus.
A PRF destaca que o cumprimento da Lei do Descanso traz benefícios múltiplos: melhora a concentração e o estado de alerta, reduz o estresse, contribui para a saúde do motorista e ainda protege empregadores contra passivos trabalhistas. Acima de tudo, respeitar os limites do corpo e da mente salva vidas.
O desafio agora é consolidar uma cultura de responsabilidade compartilhada, em que empregadores respeitem os direitos dos condutores e os próprios motoristas compreendam o descanso não como perda de tempo, mas como ferramenta essencial de proteção à vida nas estradas.
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Detran RJ participa de seminário sobre segurança de mulheres no trânsito
O Detran RJ participou, na semana passada, do Seminário Mulheres com Segurança 2025, realizado pela Revista Manchete, no hotel Sheraton, na Zona Sul do Rio. O evento debateu o enfrentamento da violência contra as mulheres, a defesa institucional e jurídica, a segurança no trânsito e os perigos do mundo digital.
A abertura do evento foi realizada por Andréia Crocamo, assessora de Projetos Estratégicos do Detran, que representou o presidente Vinicius Farah. Ela ressaltou a importância das mulheres para a mudança do comportamento no trânsito.
“A mulher é mais cautelosa, respeita mais as regras de trânsito e esse comportamento cauteloso tem o poder de influenciar as famílias. Só mudando a cultura dos motoristas vamos conseguir salvar vidas”, defendeu Andréia.
Álcool e direçãoRaquel Diniz, instrutora da Escola Pública de Trânsito do Detran RJ e agente da autoridade de trânsito, apresentou o painel Segurança no Trânsito e Direção Defensiva, ao lado da tenente-coronel Patrícia Monteiro, superintendente da Operação Lei Seca.
“Meu objetivo de vida é tirar das ruas os condutores sem habilitação e os que bebem e saem para dirigir”, disse Raquel. Ela explicou que, antes de assumir o volante, o condutor precisa fazer uma autoanálise para verificar se está com sono. E, além disso, se tem estabilidade física e emocional para dirigir.
“Espera-se que o condutor tenha prudência, perícia e cuidado. E que seja cortês e paciente”, disse ela.
Também participaram do evento a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Heloísa Aguiar, a desembargadora Renata França, a delegada de polícia Patrícia Alemany e a coordenadora da Patrulha Maria da Penha, major da PM Bianca Neves, entre outras debatedoras.
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Candidatos não alfabetizados terão a oportunidade de estudar para tirar a CNH
O Governo do Ceará, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) e da Secretaria da Educação (Seduc), vai preparar candidatos não alfabetizados para a correta condução de veículos automotores em via pública, capacitando-os para o acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A proposta de criação do programa ABCDetran foi aprovada na última quarta-feira (18). Quando for sancionada pelo governador Elmano de Freitas dará chances de vida melhor para aqueles que, em muitas vezes, até dirigem veículos, mas que por não saberem ler ou escrever, não conseguem tirar a CNH. A medida também deve contribuir diretamente para um trânsito mais seguro.
O programa teve início ainda em 2022, quando foi realizado um projeto-piloto na cidade de Horizonte. Na ocasião, 12 pessoas foram contempladas com a aquisição gratuita da CNH, na categoria A, para moto.
Diretor jurídico do Detran-CE, Marcos Macedo acompanhou a votação da proposta enviada pelo Governo do Estado.
“Nós temos no Estado do Ceará o maior programa de formação popular de condutores do país: a CNH Popular”, avalia, afirmando que desde o seu início, já foram entregues de forma 100% gratuita a cidadãos cearenses, tanto de categoria A como categoria B, mais de 183 mil habilitações.
Inovação e pioneirismo“O programa ABCDetran vai permitir a ampliação dessa política pública. É um projeto inovador e pioneiro em todo o país. Ele vai possibilitar que adultos não alfabetizados possam ser levados a um programa de educação instrumental para que sejam certificados e integrem o programa da CNH Popular, e recebam de forma gratuita a sua CNH”, explica Macedo. “Estamos executando esse ano 25 mil vagas para quem se inscreveu no ano passado. Além disso, no segundo semestre o governador deve liberar mais 25 mil vagas para beneficiar ainda mais cearenses”.
Quem também acompanhou de perto a apreciação do projeto foi Izabelle Vasconcelos, orientadora da educação de jovens e adultos e do ensino médio noturno na Secretaria da Educação. Ela explica que a Seduc vai capacitar e pagar aos professores que ministrarão as aulas. “Esse curso vai dar condição a esse cidadão que já faz uso de moto, de carro, para que possa passar no exame do Detran. Para que possa fazer as leituras mínimas necessárias para efetuar essa avaliação”, conta.
“A gente entende que dessa forma estaremos contribuindo com essa correção de uma grande dificuldade que eles têm de fazer a avaliação e serem aprovados, para terem a vida funcional e profissional de uma certa forma desenvolvida da melhor maneira possível”, afirma Izabelle, que também coordena o pacto nacional pela superação do analfabetismo.
Como funcionaOs alunos passam por uma capacitação, com conteúdos de letramento e sobre educação no trânsito por meio digital, com acompanhamento de monitores e carga horária total de 81 horas/aula, antes da realização da prova teórica.
Em seguida, todos são encaminhados para o Centro de Formação de Condutores, para as aulas práticas. Por fim, realizam o exame prático na sede do Detran-CE. Assim como no programa CNH Popular, os candidatos selecionados fazem parte do Programa Bolsa Família e não terão nenhum custo com este processo de habilitação
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PL propõe cassação definitiva da CNH de motoristas condenados por crimes sexuais contra passageiros
A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que pode representar uma mudança expressiva na responsabilização de motoristas profissionais envolvidos em crimes de natureza sexual. Apresentado pelo deputado Marcos Tavares (PDT/RJ), o Projeto de Lei 2349/2025 propõe a cassação definitiva da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de condutores condenados, com trânsito em julgado, por crimes sexuais como assédio sexual ou estupro cometidos no exercício da atividade de transporte de passageiros.
Se aprovada, a nova lei acrescentará o artigo 263, inciso V, ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), tornando expressa a penalidade de cassação definitiva da habilitação nos casos de condenação penal por crimes contra a dignidade sexual. A proposta vale para motoristas de aplicativos, táxis, mototáxis, transporte escolar e serviços similares, abrangendo tanto profissionais formais quanto autônomos ou informais.
Medida visa impedir reincidência e proteger passageirosConforme a justificativa do projeto, a proposta responde a um problema crescente e preocupante. Dados da Agência Pública em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) indicam que, entre janeiro de 2021 e dezembro de 2023, houve o registro de mais de 2.500 ocorrências formais de crimes sexuais cometidos por motoristas de aplicativo — número que especialistas consideram subnotificado.
Em nível estadual, o Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) revelou que uma em cada cinco vítimas de estupro no Rio de Janeiro entre 2022 e 2023 identificou o agressor como prestador de serviço de transporte. Os dados confirmam o que muitas usuárias desses serviços já sabem: há uma vulnerabilidade estrutural no modelo atual que permite que agressores, mesmo após a condenação, voltem a exercer a função de condutor.
Para o autor do projeto, impedir o retorno desses indivíduos ao volante de veículos que transportam pessoas é uma questão de justiça, segurança pública e proteção de direitos humanos.
“Trata-se de um abuso de função, uma violação grave da dignidade humana e um risco contínuo para a sociedade. Não podemos permitir que esses indivíduos voltem a ter acesso a passageiros, especialmente mulheres e pessoas vulneráveis”, afirma o deputado Marcos Tavares.
Penalidade de cassação da CNH por crimes sexuais será definitivaO texto da proposta deixa claro que a cassação será irrevogável. Ou seja, o condutor condenado não poderá, em hipótese alguma, obter nova habilitação, mesmo após cumprir eventual pena privativa de liberdade. A penalidade será determinada judicialmente e comunicada ao órgão executivo de trânsito, que fará o registro e executará a cassação.
A medida é autônoma, ou seja, será aplicada independentemente de outras penalidades administrativas ou criminais já previstas na legislação vigente. Com isso, busca-se garantir que a punição não dependa de lacunas ou brechas legais, reforçando o compromisso com a proteção das vítimas.
Um passo firme pela dignidade e segurançaDe acordo com o autor, a proposta legislativa se apresenta como resposta concreta à urgência de ações preventivas e punitivas mais rigorosas no setor de transporte de passageiros.
“Ao propor a exclusão definitiva de criminosos sexuais desse ambiente, o PL 2349/2025 reforça o papel do Estado como garantidor da dignidade humana e da integridade física e psíquica dos cidadãos”, justifica.
Agora, cabe ao Congresso Nacional decidir se o transporte público e privado de passageiros será, de fato, um espaço mais seguro — livre de abusadores e resguardado pela legislação.
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Nova tecnologia de pesagem em movimento promete transformar fiscalização de caminhões no Brasil
Uma inovação aprovada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) pode mudar radicalmente a forma como o peso de caminhões é fiscalizado nas rodovias brasileiras. Trata-se de um sistema de pesagem em movimento (WIM, da sigla em inglês) que permite aferir, com precisão, o peso de veículos de carga enquanto eles trafegam em velocidade normal, diretamente na pista principal.
A tecnologia é da empresa Fiscaltech, especializada em soluções de automação para mobilidade. Durante os testes conduzidos nesta semana pelo Inmetro, com apoio da ARTESP e da concessionária Eixo SP, o sistema — chamado HS-WIM — demonstrou alto desempenho, sendo aprovado com a classificação Classe 1A, o mais alto nível de exatidão previsto para esse tipo de equipamento.
Ensaios da tecnologia de pesagemOs ensaios foram realizados no Posto Geral de Fiscalização (PGF) da SP-310, Rodovia Washington Luís, em Corumbataí (SP), utilizando veículos comerciais com 3, 5, 6 e 7 eixos, em diferentes velocidades (7 km/h, 50 km/h e 90 km/h). O objetivo foi verificar a confiabilidade dos sensores, software e demais componentes do sistema em condições reais de tráfego.
Segundo Diego Hoffmann, diretor de Desenvolvimento e Projetos da Fiscaltech, os resultados foram extremamente positivos.
“Os testes foram um sucesso, os ensaios foram concluídos dentro do esperado. Temos um equipamento aprovado para a Classe 1A, o que permite que a pesagem dos caminhões seja feita em alta velocidade, na via principal, sem necessidade de paradas ou desvios”, explica.
A nova solução tem potencial para substituir o modelo tradicional de fiscalização por balanças fixas e balanças de precisão, que exigem a parada dos veículos em áreas específicas, muitas vezes causando lentidão no tráfego e filas. Com a pesagem automática em movimento, o processo é contínuo e autônomo, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana, sem interrupções.
Mais segurança e eficiência nas estradasAlém de garantir maior fluidez no tráfego, a tecnologia contribui diretamente para a segurança viária. Caminhões que trafegam com excesso de peso apresentam maior risco de falhas mecânicas, instabilidade e dificuldade de frenagem, fatores que aumentam a probabilidade de acidentes graves. Com a pesagem automatizada, é possível identificar aqs infrações por sobrecarga em tempo real, permitindo uma atuação mais ágil dos órgãos fiscalizadores.
Outro benefício significativo está na preservação das rodovias. O tráfego de veículos com carga acima do permitido acelera o desgaste do pavimento. Dessa forma, aumentando os custos com manutenção e reduzindo a vida útil da infraestrutura. O novo sistema contribui para coibir esse tipo de irregularidade com mais eficiência.
Há ainda impactos positivos do ponto de vista ambiental. Como não há necessidade de desaceleração ou paradas para pesagem, por exemplo, há redução na emissão de gases poluentes, especialmente o dióxido de carbono (CO₂), que se gera em maior quantidade durante as retomadas de velocidade e manobras em áreas de fiscalização convencional.
Como funciona o sistemaO HS-WIM opera por meio de sensores instalados diretamente no pavimento. Eles capturam dados de carga por eixo e peso bruto total enquanto o caminhão transita normalmente pela rodovia. Em caso de excesso de peso, o sistema registra as imagens e os dados do veículo automaticamente, viabilizando sanções sem abordagem imediata.
Com a aprovação do Inmetro, o sistema que a Fiscaltech desenvolveu se torna uma referência no setor. Além disso, será possível adotar em larga escala em estradas de todo o país. Assim, modernizando a forma como o Brasil fiscaliza um dos principais fatores de risco e desgaste na malha viária: a sobrecarga nos veículos de transporte de carga.
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Lei Seca completa 17 anos: o marco que mudou a relação do brasileiro com álcool e direção
No dia 19 de junho de 2025, a Lei nº 11.705/2008 — popularmente conhecida como Lei Seca — completou 17 anos. Aprovada com o objetivo de coibir um dos comportamentos mais letais no trânsito, a combinação entre álcool e direção, essa legislação se tornou uma referência entre as políticas públicas voltadas à segurança viária no Brasil.
De lá para cá, o país avançou muito, mas ainda enfrenta desafios. O comportamento de beber e dirigir continua sendo uma das principais causas de mortes e feridos graves em nossas ruas e estradas. A Lei Seca, no entanto, foi um divisor de águas. Ao estabelecer a tolerância zero para o álcool ao volante, ela redefiniu os limites do que é aceitável em termos de conduta no trânsito.
“Antes da Lei Seca, muitos brasileiros ainda tratavam com normalidade o hábito de consumir bebida alcoólica e assumir o volante. A norma veio romper essa cultura. Mais que endurecer as punições, ela nos fez repensar valores”, afirma Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal do Trânsito.
Educação, fiscalização e responsabilidadeDesde que entrou em vigor, a Lei Seca trouxe mudanças significativas na fiscalização. Além do aumento das multas e da possibilidade de suspensão da habilitação, a lei também permitiu que a embriaguez fosse constatada por outros meios além do bafômetro — como vídeos, testemunhos e sinais visíveis de alteração.
Para Celso Mariano, a fiscalização nesse caso é fundamental. “Não adianta termos uma legislação rigorosa se ela não é aplicada corretamente. A fiscalização, nesse caso, ainda tem muito a avançar no Brasil”, observa.
Resultados visíveis, mas o desafio continuaEmbora os dados iniciais após a promulgação da lei tenham indicado uma redução significativa no número de sinistros fatais relacionados ao álcool, o Brasil ainda convive com índices alarmantes. Conforme especialistas, parte da população ainda resiste à mudança de comportamento, especialmente em locais com menor presença do poder público e menos ações educativas permanentes.
Escola como aliada da segurança viáriaUm dos pontos fortes da luta contra a violência no trânsito é a atuação educativa nas escolas. O Programa Conexão DNIT, por exemplo, tem sido um aliado importante nesse processo. Por meio de atividades interdisciplinares, o projeto leva o tema da Lei Seca para o ambiente escolar, abordando desde os impactos estatísticos do álcool no trânsito até experiências lúdicas e vivências que despertam a consciência crítica dos estudantes.
Na atividade “Futebol da Lei Seca”, alunos do Ensino Fundamental participam de uma dinâmica em que giram antes de tentar marcar um gol, simulando os efeitos da desorientação provocada pelo álcool. Já no Ensino Médio, os estudantes são desafiados a analisar dados reais sobre sinistros de trânsito e compreender, com base em matemática e estatística, os impactos positivos da legislação.
De acordo com o próprio DNIT, este programa se consagrou como uma ferramenta essencial na luta contra as mortes no trânsito, ao fortalecer o papel da escola na formação de cidadãos conscientes — articulando conhecimento, vivências e valores sociais desde as etapas iniciais da vida escolar, alinhado à BNCC e em consonância com os princípios internacionais de segurança viária.
Uma mudança cultural em cursoApesar dos avanços conquistados nesses 17 anos de Lei Seca, a luta por um trânsito mais seguro está longe de acabar. O Brasil ainda registra, diariamente, dezenas de vidas perdidas em circunstâncias evitáveis. A consolidação de uma cultura de paz no trânsito depende de ações contínuas, fiscalização firme, educação de qualidade e do envolvimento de todos.
A Lei Seca permanece como uma das mais importantes ferramentas nesse processo. Não apenas por punir quem desrespeita a lei, mas por provocar uma reflexão coletiva sobre responsabilidade, respeito e empatia no trânsito.
“Nenhuma morte no trânsito é aceitável. E toda política que salva vidas deve ser valorizada. A Lei Seca não é uma medida isolada: ela faz parte de um conjunto de atitudes que precisamos tomar, todos os dias, para garantir que nossos caminhos sejam mais humanos e seguros”, conclui Celso Mariano.
Com informações da Agência.gov
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Afinal, cidadãos podem fiscalizar as leis de trânsito?
Muitas vezes, as pessoas se sentem responsáveis por fiscalizar o trânsito, seja para evitar que veículos estacionem de maneira inadequada ou para impedir comportamentos como o barulho excessivo de motos. Porém, essa atitude pode gerar algumas dúvidas: até que ponto é permitido que cidadãos assumam esse papel e qual a melhor forma de lidar com as irregularidades no trânsito?
A fiscalização e as ações dos cidadãosA fiscalização das leis de trânsito é uma responsabilidade dos órgãos competentes, como a Polícia Militar e as autoridades de trânsito municipais. Embora muitos cidadãos se sintam motivados a agir, a legislação brasileira não permite que eles se encarreguem dessa função diretamente. A ideia de “fiscalizar” o trânsito por conta própria, como proibir o estacionamento de veículos em frente a sua casa ou ameaçar motoristas que fazem barulho excessivo, não é permitida por lei.
Essas ações, além de não serem autorizadas, podem gerar problemas legais. O sistema de fiscalização deve ser realizado por profissionais qualificados e com a estrutura necessária para garantir que as normas sejam seguidas. Caso um cidadão se envolva em situações como essas, ele pode estar cometendo crimes, como constrangimento ilegal ou danos ao patrimônio.
O que fazer quando presenciar uma irregularidadeSe você presenciar uma infração de trânsito, o correto é acionar a fiscalização ou a polícia. Não é permitido que um cidadão aplique multas ou intercepte diretamente o comportamento de outros motoristas. O procedimento adequado é denunciar a infração aos órgãos responsáveis.
A autoridade competente é responsável por avaliar a infração assim como aplicar as penalidades previstas. Além disso, é importante que o cidadão saiba que a denúncia deve ser feita por meio dos canais de comunicação estabelecidos pelas instituições, como telefone ou aplicativos de serviços de trânsito. A resposta à denúncia pode variar conforme a localidade, mas, em geral, deve ser fornecida dentro de um prazo determinado pela Lei de Acesso à Informação.
Veja também Segurança Brasil registra número alarmante de sinistros de trânsito nas rodovias federais até junho de 2024 Segurança “Bateram no meu carro, e agora?”: confira dicas de como proceder em caso de sinistros Fiscalização e Legislação Contran regulamenta credencial digital para estacionamento em vagas especiais A falta de fiscalização justifica a atitude dos cidadãos?Embora a falta de fiscalização seja uma reclamação comum, ela não justifica que cidadãos se tornem “fiscais” do trânsito. A responsabilidade de manter a ordem no trânsito é do poder público, e a população deve atuar dentro dos limites legais.
O Estado tem o dever de garantir que as leis sejam aplicadas de forma justa e eficiente, e a educação no trânsito é uma ferramenta importante para que as pessoas compreendam seus direitos e deveres.
Em resumo, cidadãos não devem assumir a responsabilidade de fiscalizar as leis de trânsito, mas podem, sim, colaborar denunciando irregularidades às autoridades competentes. A comunicação com os órgãos responsáveis é o melhor caminho para garantir um trânsito mais seguro e ordenado.
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Mobilidade urbana: desafios e caminhos para um futuro mais eficiente
A mobilidade urbana é um dos principais temas em debate nas grandes e médias cidades do Brasil. À medida que os centros urbanos crescem e se tornam mais densos, surgem novos desafios relacionados à fluidez do trânsito, à acessibilidade e à qualidade dos meios de transporte. Discutir soluções para esses obstáculos é essencial para promover uma melhor qualidade de vida para a população e garantir o desenvolvimento sustentável das cidades.
O conceito de mobilidade urbanaMobilidade urbana vai muito além do deslocamento de veículos. Trata-se da capacidade das pessoas de se movimentarem com eficiência, segurança e conforto, utilizando diferentes meios de transporte — sejam eles motorizados, não motorizados ou coletivos. Isso inclui o transporte público, os modais ativos como bicicletas e caminhadas, os automóveis particulares, os aplicativos de transporte e até mesmo novas formas de micromobilidade, como patinetes elétricos.
No entanto, para que essa mobilidade funcione de forma equilibrada, é necessário um planejamento urbano integrado, que leve em consideração aspectos sociais, ambientais e econômicos. Cidades que investem em transporte público de qualidade, ciclovias seguras e calçadas acessíveis tendem a oferecer uma mobilidade mais inclusiva e sustentável.
Desafios enfrentados pelas cidades brasileirasA realidade urbana no Brasil apresenta diversas barreiras para uma mobilidade eficiente. Entre os principais entraves estão a má qualidade do transporte público, a carência de infraestrutura adequada, a superlotação dos sistemas existentes e a dependência excessiva do automóvel particular.
Esses problemas resultam em congestionamentos constantes, aumento do tempo de deslocamento, maior emissão de poluentes e impactos negativos na saúde física e mental da população. Em regiões metropolitanas, é comum que os moradores gastem várias horas por dia apenas para se deslocar entre casa e trabalho — tempo que poderia ser melhor aproveitado em atividades produtivas ou de lazer.
Outro fator que agrava o cenário é a desigualdade no acesso à mobilidade. Pessoas de baixa renda geralmente residem em áreas periféricas, onde o transporte coletivo é mais escasso e menos eficiente. Isso cria um ciclo de exclusão, dificultando o acesso a oportunidades de emprego, educação e serviços básicos.
Caminhos para a transformação da mobilidadeDiversas cidades ao redor do mundo vêm implementando políticas públicas bem-sucedidas para transformar sua mobilidade urbana. Entre as medidas mais eficazes estão:
- Requalificação do transporte coletivo: modernizar frotas, ampliar a cobertura e frequência dos serviços, e garantir tarifas acessíveis são ações fundamentais para tornar o transporte público mais atrativo.
- Integração modal: criar conexões eficientes entre diferentes meios de transporte reduz o tempo de deslocamento e oferece mais opções ao usuário.
- Uso de tecnologias inteligentes: a coleta e análise de dados em tempo real pode otimizar o gerenciamento do trânsito, melhorar a operação dos semáforos e fornecer informações aos usuários sobre horários e rotas.
- Incentivo à mobilidade ativa: investir em infraestrutura para pedestres e ciclistas contribui para a saúde da população e reduz a dependência do transporte motorizado.
- Planejamento urbano orientado ao transporte: desenvolver áreas urbanas compactas, com oferta de serviços, empregos e moradia próximas, é uma estratégia eficiente para diminuir a necessidade de longos deslocamentos.
A mudança no padrão de mobilidade depende não apenas do poder público, mas também da participação ativa da sociedade. Cidadãos informados e engajados podem cobrar melhorias, propor soluções e adotar hábitos mais sustentáveis no dia a dia. A educação para o trânsito e a valorização do espaço público também são fundamentais para promover o respeito e a convivência entre todos os modais.
O acesso à informação e a iniciativas inovadoras é um diferencial importante para o brasileiro que deseja contribuir com a transformação das cidades. Plataformas digitais, ferramentas de participação cidadã e espaços de debate ajudam a ampliar a consciência coletiva sobre o tema. Assim como em outras áreas do cotidiano, a tecnologia pode ser uma aliada na promoção de soluções criativas, inclusive em plataformas como brazino777, que mostram como o comportamento do brasileiro se adapta aos ambientes digitais, inclusive fora do contexto tradicional de mobilidade.
Um novo olhar para a mobilidade nas cidadesConstruir cidades mais acessíveis, eficientes e sustentáveis é um desafio complexo, mas possível. É preciso pensar a mobilidade urbana de forma integrada, considerando o impacto social e ambiental de cada escolha. Planejamento, investimento em infraestrutura, inovação tecnológica e participação cidadã são os pilares que devem sustentar essa transformação.
Ao reconhecer a importância de uma mobilidade justa para todos, damos um passo importante rumo a uma cidade mais humana e inteligente, onde se garante o direito de ir e vir com dignidade e eficiência.
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Detran/TO passa a ofertar serviço de primeiro emplacamento de forma online
Em mais um passo na modernização dos serviços, o Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), disponibiliza aos despachantes do órgão o serviço de primeiro emplacamento de forma online, o que irá garantir que os despachantes possam realizar o procedimento, sem a necessidade de ir até alguma unidade do presencialmente.
O presidente do Detran/TO, Willian Gonzaga, enfatiza que o serviço representa mais um avanço do órgão em oferecer um atendimento de qualidade e de forma digital.
“Temos trabalho para aprimorar nossos serviços, acompanhando o processo de modernização que todo o estado passa. Como mais este serviço online, nós reduzimos as filas nas unidades do órgão e garantimos ceridade na realização dos procedimentos”, enfatiza o titular da pasta.
Como acessar o serviçoO serviço é fornecido somente para despachantes credenciados. O acesso ocorre mediante login com reconhecimento facial do despachante. Para a abertura do processo, cabe a apresentação da nota fiscal.
Serviços onlineCom o primeiro emplacamento, o Detran/TO amplia seus serviços disponibilizados de forma online no site institucional, nos aplicativos Carteira Digital de Trânsito (CDT) e Detran/TO Fácil. Confira:
Detran TO Fácil- Troca da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) provisória para a definitiva;
- Permissão Internacional para Dirigir (PID);
- Emissão de segunda via;
- Consulta ao prontuário (multas e subsídios);
- Primeira colocação;
- Baixa do CRLV;
- Baixa de alienação;
- Intenção de venda.
- Intenção de venda;
- Desconto de 40% nas multas;
- Indicação do real condutor;
- Consulta ao prontuário;
- Credencial para vaga especial em estacionamentos para pessoas idosas, com deficiência e mobilidade reduzida.
- Emissão do licenciamento;
- Cartão de vaga especial no estacionamento para idosos.
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A falsa sensação de segurança no banco de trás: por que ainda negligenciamos o cinto?
Apesar de mais de duas décadas de obrigatoriedade, o uso do cinto de segurança no banco traseiro ainda é negligenciado por grande parte dos brasileiros. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, revelam que apenas 54,6% dos adultos afirmam utilizar o cinto no banco de trás do carro. Esse índice é significativamente inferior ao observado no banco dianteiro, onde 79,7% dos adultos relatam usar o cinto regularmente.
Atribui-se a discrepância entre o uso do cinto nos bancos dianteiro e traseiro, em grande parte, à falsa sensação de segurança que os passageiros do banco de trás experimentam. Muitos acreditam que, por estarem afastados do painel e do para-brisa, estão menos expostos a riscos em caso de colisão. No entanto, especialistas alertam que essa percepção está errada e é perigosa.
ConsequênciasEm uma colisão, os ocupantes do banco traseiro sem cinto de segurança estão sujeitos às mesmas forças físicas que atingem os passageiros do banco dianteiro desprotegidos. Em uma colisão frontal, o passageiro do banco de trás continuará em movimento na mesma velocidade que o veículo desenvolvia antes do impacto. Ou seja, isso pode resultar em consequências fatais.
Além disso, o uso do cinto de segurança no banco traseiro não protege apenas o próprio passageiro, mas também os ocupantes dos bancos dianteiros. Em caso de colisão, um passageiro sem cinto no banco de trás pode ser lançado contra o motorista ou o passageiro da frente com um peso equivalente a várias toneladas, dependendo da velocidade do veículo.
O especialista em trânsito Celso Mariano ressalta que o uso do cinto de segurança é fundamental para proteger todos dentro do veículo. “No trânsito, cada pessoa está constantemente tomando decisões baseadas em suas condições e habilidades. Optar pela vida é respeitar as regras e agir com segurança em todos os momentos”, explica.
Apesar da obrigatoriedade legal, a fiscalização do uso do cinto de segurança no banco traseiro ainda é um desafio.Em 2023, o Brasil registrou um aumento significativo nas infrações por não uso do cinto de segurança, totalizando aproximadamente 2,5 milhões de autuações — o equivalente a uma infração a cada 12 segundos. Esse número representa um crescimento de 25% em relação ao ano anterior, superando inclusive os índices pré-pandemia de 2019.
O estado de São Paulo liderou o ranking nacional, sendo responsável por cerca de 42% dessas infrações, com mais de 1 milhão de autuações registradas. Esses dados evidenciam que, apesar das campanhas de conscientização e das penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro, muitos condutores e passageiros ainda negligenciam o uso do cinto de segurança, especialmente no banco traseiro.
Especialistas alertam que essa negligência não apenas coloca em risco a vida dos ocupantes do veículo, mas também pode agravar as consequências de sinistros, aumentando os custos para o sistema de saúde e as perdas humanas. A persistência desse comportamento destaca a necessidade contínua de ações educativas e de fiscalização para promover uma cultura de segurança no trânsito.
Em resumo, a falsa sensação de segurança no banco de trás é um mito perigoso que é preciso combater com informação e conscientização.
“O uso do cinto de segurança é uma medida simples, mas extremamente eficaz para salvar vidas e reduzir a gravidade dos ferimentos causados por sinistros de trânsito”, finaliza Mariano.
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Detrans debatem modernização dos serviços de trânsito em evento nacional sobre tecnologia
Transformação digital, inteligência artificial e cidades inteligentes foram temas centrais da 1ª edição da AND Tech – Tecnologias que Conectam, evento nacional promovido pela Associação Nacional dos Detrans (AND), realizado no início de junho em São Paulo. O encontro reuniu, pela primeira vez, representantes dos 27 Departamentos Estaduais de Trânsito do país para discutir a modernização dos serviços de trânsito no Brasil.
A proposta do evento foi fomentar soluções tecnológicas que promovam a modernização dos serviços públicos de trânsito, impulsionem a eficiência da gestão e aproximem os cidadãos das inovações que estão moldando o futuro da mobilidade no Brasil.
Segundo o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a presença do estado em eventos como este é estratégica.
“A modernização e a utilização de novas tecnologias é uma realidade no mundo corporativo e governamental, funcionando como uma mola propulsora para uma gestão eficiente e cada vez mais acessível para o cidadão”, destacou.
O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, reforçou esse compromisso. “O evento teve como principal objetivo aproximar a sociedade de soluções tecnológicas que tornam o trânsito mais seguro, eficiente e inteligente, justamente o que a gestão estadual tem buscado.”
IA, dados e digitalização: a nova cara da mobilidade urbanaA programação da AND Tech foi extensa e dinâmica, incluindo painéis temáticos, demonstrações práticas, exposições de tecnologia, espaços de networking e debates sobre os rumos da mobilidade urbana no país. A abertura ficou por conta do advogado e especialista em inteligência artificial, Ronaldo Lemos, com a palestra “IA aplicada aos desafios dos Detrans”.
Além dos Detrans, o evento contou com a participação de autoridades públicas, especialistas em mobilidade e empresas do setor de tecnologia. Entre os temas debatidos, estiveram:
- tendências e desafios da transformação digital no setor público;
- mobilidade humana na era da inteligência artificial;
- soluções inovadoras para o setor de veículos;
- uso de dados e tecnologia na segurança viária;
- atendimento com IA conversacional;
- governo digital e eficiência no setor público;
- pedágio Free Flow e novas tecnologias de mobilidade.
A diretora técnica de habilitação do Detran-RO, Aline Lima, enfatizou que a participação no evento fortalece a integração entre os Detrans e acelera a adoção de tecnologias inovadoras. “A inteligência artificial tem potencial para transformar a forma como atendemos o cidadão, com mais agilidade, transparência e eficiência”, afirmou.
Já Esli Ferreira, da diretoria técnica de veículos, destacou o impacto positivo das palestras, da troca de experiências e, principalmente, das inovações voltadas à virtualização dos pátios. Para ela, essa é uma solução inteligente para lidar com o acúmulo de veículos em espaços físicos.
A chefe do Núcleo de Ciretrans e Postos Avançados (Nucirpav), Joice Lima, também celebrou os avanços discutidos. Ela ressaltou o desenvolvimento de soluções como os ChatBots, que estão sendo implementados pelo Detran-RO.
“A automação do atendimento vai otimizar o tempo dos usuários, melhorar a experiência do cidadão e ampliar o acesso a informações de forma ágil e eficiente”, explicou.
Caminho aberto para serviços de trânsito mais inteligentesO Detran de Rondônia reforça, com sua participação na AND Tech, o compromisso com uma gestão inovadora e voltada para o futuro. Ao integrar-se ao debate nacional sobre tecnologia e mobilidade, o órgão avança na missão de oferecer serviços mais eficazes, acessíveis e alinhados com as demandas de uma sociedade cada vez mais conectada.
As informações são do Governo do Estado de Rondônia
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Detran libera emissão de cartão de estacionamento para idosos; veja como solicitar
O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), informa que pessoas com mais de 60 anos possuem o direito garantido por lei, as vagas reservadas para pessoas idosas em estacionamentos de todo o território nacional, conforme determina a Lei Federal nº 10.741, conhecida como Estatuto do Idoso. A lei estabelece que se destine 5% das vagas em um estacionamento aos idosos, e para que eles possam usufruir de forma correta, devem portar o cartão.
As reservas no estacionamento têm como objetivo garantir a acessibilidade no trânsito assim como facilitar a locomoção deste público, que muitas vezes possuem algumas limitações físicas ou de mobilidade, permitindo que eles possam acessar estabelecimentos e serviços com maior facilidade e também uma melhor fluidez na mobilidade humana.
Passo a passoOs detalhes podem emitir o documento no site do Detran/TO pelo endereço eletrônico: https://servicos.to.gov.br/servico_detalhado.aspx?cod_assunto_documento_tipo=8207 .
- Ao acessar o link o usuário deverá informar os dados solicitados na tela.
- Logo após, o usuário deverá imprimir uma credencial de uso pessoal e manter-la no veículo durante o uso das vagas, de preferência no painel, ficando visível a todos.
A credencial também vale para condutores que transportam pessoas idosas.
Uso incorreto das vagasA emissão do cartão é obrigatória para o uso das vagas reservadas, em conformidade com o estabelecido na Resolução 965/22 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Os veículos que utilizam como vagas reservadas para idosos em estacionamentos e que não sejam de pessoas idosas ou transportem alguma, e também não apresentem o cartão, cometem infração de trânsito de natureza gravíssima com multa no valor de R$ 293,47 e sete pontos na Carteira Nacional de Trânsito (CNH), conforme art. 181 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Vagas para pessoas com deficiênciaPessoas com deficiência também podem ter acesso ao cartão da vaga especial no estacionamento. Órgãos municipais realizam o serviço, no caso de Palmas, os motoristas devem procurar o Resolve Palmas, mais especificamente, o setor de Trânsito e Transporte. Nos demais municípios, a orientação é que os específicos procurem as Prefeituras.
Estacionamento para pessoas com TEAO governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, sancionou, em maio de 2024, a Lei nº 4.413, publicada no Diário Oficial nº 6.571, que garante uma reserva de no mínimo de 2% das vagas de estacionamento em shoppings centers , estabelecimentos públicos e privados, para pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA.
Conforme o governo, as vagas destinam-se a pessoas com TEA que são proprietários de veículos, ou de pessoas que utilizam veículos para transporte de pessoas com TEA. Vale ressaltar, que para utilizar estas vagas, os condutores ou proprietários deverão apresentar a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), que é possível solicitar na Secretaria da Saúde do Estado, através do link: https://ciptea.saude.to.gov.br/ .
As informações são de Gabriel Moraes/Governo do Tocantins
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VPN: protegendo motoristas contra ataques durante deslocamentos
Nos dias de hoje, motoristas estão cada vez mais conectados durante seus deslocamentos. Seja para usar aplicativos de navegação, realizar pagamentos digitais em postos de combustível ou mesmo para se manterem informados enquanto estão na estrada, a internet é uma ferramenta indispensável no trânsito. Porém, essa conexão constante também traz riscos, especialmente quando o acesso ocorre por meio de redes Wi-Fi públicas ou redes móveis menos seguras.
Nesse contexto, proteger os dados pessoais e informações sensíveis torna-se fundamental para evitar ataques cibernéticos, roubos de dados e invasões de privacidade. A VPN gratuita surge como uma solução acessível e prática para motoristas que desejam garantir uma navegação mais segura durante suas viagens, sem custos adicionais.
Neste artigo, vamos explorar como a VPN gratuita pode atuar como uma barreira contra ameaças digitais no trânsito, seus principais benefícios, limitações e dicas para usá-la de forma eficiente e segura.
Os riscos digitais enfrentados pelos motoristas durante deslocamentosDurante os deslocamentos, motoristas estão expostos a diversos riscos digitais que podem comprometer sua segurança e privacidade. Um dos principais pontos vulneráveis é o uso frequente de redes Wi-Fi públicas em paradas, postos de combustível, cafés e outros locais. Essas redes, muitas vezes, são desprotegidas e podem ser facilmente exploradas por hackers para interceptar dados pessoais e financeiros.
Além disso, os aplicativos de navegação e transporte, essenciais para a rotina dos motoristas, podem expor informações sensíveis, como localização em tempo real, rotas e dados de pagamento, caso não estejam adequadamente protegidos. Dispositivos móveis conectados aos sistemas veiculares também podem ser alvo de ataques que visam acessar controles do veículo ou roubar informações armazenadas.
Outro perigo importante são os ataques do tipo “man-in-the-middle”, em que criminosos interceptam a comunicação entre o dispositivo do motorista e os servidores, podendo capturar dados em tempo real. Isso aumenta a vulnerabilidade, especialmente em redes públicas ou conexões móveis instáveis.
Entender esses riscos é o primeiro passo para adotar medidas de segurança eficazes e proteger a integridade digital durante o trânsito.
O que é uma VPN e como ela protege motoristas em trânsitoUma VPN, ou Rede Virtual Privada, é uma tecnologia que cria uma conexão segura e criptografada entre o dispositivo do usuário e a internet. Para motoristas em trânsito, isso significa que toda a informação enviada e recebida — como dados de localização, senhas, informações bancárias e mensagens — fica protegida contra interceptações e acessos não autorizados.
Ao utilizar uma VPN, o endereço IP real do dispositivo é ocultado, dificultando o rastreamento e protegendo a privacidade do motorista. Além disso, a criptografia impede que hackers realizem ataques do tipo “man-in-the-middle”, mesmo quando o motorista está conectado a redes Wi-Fi públicas ou redes móveis vulneráveis.
Dessa forma, a VPN funciona como uma espécie de escudo digital, garantindo que as conexões feitas durante o trânsito sejam privadas e seguras, protegendo tanto os dados pessoais quanto os profissionais do motorista.
Benefícios da VPN gratuita para motoristasPara motoristas que buscam segurança digital durante os deslocamentos sem impactar no orçamento, as VPNs gratuitas são uma excelente opção inicial. Entre os principais benefícios, destacam-se:
- Custo zero: Permitem acesso à proteção básica sem gastos, ideal para quem quer começar a proteger seus dados imediatamente.
- Proteção em redes públicas: As VPNs gratuitas garantem a segurança ao se conectar em redes Wi-Fi de locais como postos de combustível, restaurantes e cafés, ambientes conhecidos por sua vulnerabilidade.
- Facilidade de uso: A maioria das VPNs gratuitas oferecem aplicativos simples para smartphones, permitindo que o motorista ative a proteção com poucos cliques, sem necessidade de conhecimento técnico.
- Privacidade garantida: Ao criptografar a conexão e ocultar o endereço IP, a VPN gratuita impede o rastreamento e proteger informações pessoais e financeiras, mesmo em conexões móveis.
- Compatibilidade com diversos dispositivos: Funcionam em smartphones, tablets e outros dispositivos móveis usados durante o trânsito, oferecendo proteção ampla e flexível.
Esses benefícios tornam a VPN gratuita uma ferramenta prática e acessível para motoristas que desejam proteger sua privacidade e segurança enquanto estão na estrada.
Cuidados e limitações das VPNs gratuitas para motoristasEmbora as VPNs gratuitas ofereçam uma camada importante de proteção para motoristas, é fundamental estar atento a algumas limitações e cuidados necessários para garantir a segurança efetiva:
- Limites de dados e velocidade: Muitas VPNs gratuitas possuem restrições na quantidade de dados que podem ser usados ou reduzem a velocidade da conexão, o que pode impactar a navegação e o uso de aplicativos durante o trânsito.
- Seleção limitada de servidores: A oferta de servidores nas versões gratuitas costuma ser restrita, o que pode afetar a qualidade da conexão e limitar o acesso a conteúdos e serviços específicos.
- Política de privacidade: Algumas VPNs gratuitas podem coletar e vender dados dos usuários para terceiros, o que compromete a privacidade — um ponto crítico para motoristas que desejam proteção total.
- Não substitui outras práticas de segurança: A VPN deve ser usada como parte de uma estratégia maior, que inclui manter dispositivos atualizados, usar antivírus e evitar acessos suspeitos.
- Escolha de serviços confiáveis: É importante optar por VPNs gratuitas com boa reputação e transparência nas políticas para evitar riscos adicionais.
Com esses cuidados, os motoristas podem aproveitar os benefícios da VPN gratuita com mais segurança e eficiência.
Dicas para usar VPN gratuita de forma segura durante o trânsitoPara aproveitar ao máximo a proteção que a VPN gratuita da Planet VPN oferece enquanto está em trânsito, é importante seguir algumas práticas recomendadas:
- Ative a VPN sempre que usar redes Wi-Fi públicas: Isso evita que seus dados sejam interceptados por terceiros em conexões vulneráveis.
- Mantenha seus dispositivos atualizados: Atualizações de sistema e aplicativos corrigem vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers.
- Use senhas fortes e autenticação em dois fatores: Para proteger seus aplicativos e contas pessoais, mesmo em caso de vazamento de dados.
- Evite acessar informações extremamente sensíveis em redes públicas: Mesmo com VPN, é prudente limitar o acesso a dados bancários ou documentos importantes quando estiver conectado em locais desconhecidos.
- Prefira VPNs confiáveis e transparentes: Verifique avaliações e políticas de privacidade antes de escolher uma VPN gratuita.
Seguindo essas dicas, os motoristas podem aumentar a segurança digital e minimizar os riscos durante seus deslocamentos.
Quando considerar migrar para uma VPN pagaEmbora as VPNs gratuitas ofereçam uma proteção inicial e essencial para motoristas em trânsito, existem situações em que migrar para uma solução paga se torna vantajoso:
- Necessidade de maior desempenho: VPNs pagas geralmente oferecem velocidades superiores e conexões mais estáveis, essenciais para quem depende intensamente da internet durante o trabalho.
- Recursos avançados: Opções como servidores dedicados, suporte técnico prioritário, múltiplas conexões simultâneas e proteção contra vazamento de dados são normalmente exclusivas de serviços pagos.
- Maior privacidade: Serviços pagos costumam ter políticas mais rigorosas de não registro (no-logs) e maior transparência, reduzindo o risco de venda ou compartilhamento de dados.
- Uso profissional: Para motoristas que trabalham em setores que exigem conformidade com normas de segurança e proteção de dados, a VPN paga oferece a confiabilidade necessária.
- Suporte e atualizações constantes: Serviços pagos contam com equipes dedicadas para manter a segurança e resolver problemas rapidamente.
Avaliar esses fatores ajuda os motoristas a escolherem a solução mais adequada conforme suas necessidades e o crescimento da demanda por segurança digital.
ConclusãoA segurança digital durante os deslocamentos é uma preocupação crescente para motoristas que dependem cada vez mais da conexão à internet em suas rotinas. A VPN gratuita se destaca como uma ferramenta acessível e eficaz para proteger dados pessoais e profissionais contra ataques cibernéticos, especialmente em ambientes com redes Wi-Fi públicas ou conexões móveis vulneráveis.
Apesar de suas limitações, as VPNs gratuitas oferecem uma camada essencial de proteção, garantindo privacidade, criptografia e anonimato. No entanto, é importante utilizá-las com consciência, complementando a segurança com boas práticas digitais e avaliando, quando necessário, a migração para soluções pagas que ofereçam maior desempenho e recursos avançados.
Ao adotar uma VPN confiável e seguir orientações de segurança, motoristas podem navegar tranquilos, protegendo suas informações enquanto estão em trânsito e contribuindo para uma experiência digital mais segura e confiável.
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Antes do feriado, confira a documentação e use a Carteira Digital de Trânsito
Com o aumento esperado no fluxo de veículos durante o feriado prolongado, especialistas alertam para a importância de verificar a documentação e aproveitar os recursos digitais que ajudam a garantir uma viagem mais tranquila e segura.
Com a chegada do feriado de Corpus Christi, que este ano acontece na quinta-feira (19), muitos motoristas já se preparam para pegar a estrada. Além de revisar as condições mecânicas do veículo, é fundamental garantir que toda a documentação esteja em dia. A recomendação é simples, mas muitas vezes negligenciada: conferir com antecedência a validade da CNH, o licenciamento do veículo e eventuais pendências administrativas.
Uma ferramenta que tem se mostrado cada vez mais útil nesse processo é o aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que concentra informações importantes em um só lugar. Através do app, é possível acessar a CNH e o CRLV digitais, consultar infrações e pontuação, acompanhar prazos de recursos e até obter descontos em multas.
O especialista Celso Mariano , diretor do Portal do Trânsito e da Tecnodata, destaca a praticidade da tecnologia e reforça que a verificação prévia evita surpresas desagradáveis durante a viagem.
“O app CDT é uma das principais inovações recentes no setor de trânsito. Ele coloca na palma da mão informações que antes dependiam de processos mais burocráticos. Utilizar esse recurso antes de uma viagem longa é uma atitude responsável e inteligente”, afirma.
Outro ponto importante lembrado por Mariano é que muitos motoristas deixam para resolver pendências em cima da hora. Por esse motivo, acabam enfrentando dificuldades ou restrições nas estradas. “É comum vermos pessoas sendo impedidas de continuar a viagem no feriado por conta de documentação vencida ou algum problema com equipamentos obrigatórios, por exemplo. São transtornos que podem ser evitados com planejamento e uso de ferramentas como a CDT”, alerta.
GratuitoO uso da Carteira Digital de Trânsito é gratuito e o aplicativo está disponível para download em dispositivos Android e iOS. Para acessá-lo, o condutor precisa ter um cadastro na conta gov.br.
Além da documentação, especialistas também reforçam a importância de uma revisão completa no veículo antes de qualquer viagem. Isso inclui checar pneus, freios, iluminação, sistema de arrefecimento e itens obrigatórios como o estepe e o triângulo. A atenção redobrada se estende também ao transporte de crianças, que devem sempre estar nos dispositivos de retenção apropriados para sua idade e peso.
“Viajar com segurança depende de uma série de cuidados. A documentação em dia e um carro em boas condições são pilares fundamentais. E quando a tecnologia pode ajudar nisso, melhor ainda”, conclui Celso Mariano.
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